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Qual é a frequência, Kenneth?

Qual é a frequência, Kenneth?

Basta rematar

Quando já estão quatro ou cinco jogadores dentro da área adversária, não há nada como um bom remate seco para resolver um jogo que teima em correr para o empate.

 

Bravo, Gelson. 

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Afinal ainda há por onde esgotar

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Bruno de Carvalho apresentou hoje, de forma oficial, a sua recandidatura à presidência do Sporting.

Se não for por mais nada que seja para estar lá no momento da inauguração do Pavilhão João Rocha que sem ele e sem os Sportinguistas não existiria. A primeira grande demonstração de que é possível fazer as coisas acontecer quando todos queremos.

Mãos à obra, Presidente!

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O projecto de Bruno de Carvalho está esgotado

E onde se esgotou então o projecto de Bruno de Carvalho?

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A primeira meia-época

Quando Bruno de Carvalho foi eleito presidente, o Sporting tinha acabado de aumentar o seu passivo em 100 milhões de euros e caminhava para a sua pior época de sempre onde acabou num humilhante sétimo lugar. As perspetivas de encaixe financeiro não eram extraordinárias e ainda se somaram os casos Bruma e Ilori. Bruno de Carvalho conseguiu ainda encaixar 7.5 milhões com Ilori e 13 milhões (com objetivos, creio) com Bruma. Estavam então esgotadas as possibilidades de oferecer jogadores titulares aos rivais. Também se esgotou o estado de falência técnica e a constante ameaça de extinção.

 

A verdadeira primeira época

Com Leonardo Jardim ao leme, o Sporting lutou até à penúltima jornada com o Benfica pelo título. Com um orçamento reduzido (e sem competições europeias) foi possível garantir um apuramento direto para a Liga dos Campeões. Com um misto de jogadores da formação e reforços baratos (Slimani custou cerca de 300 mil euros) conseguiu-se fazer uma época em que nada envergonhou os Sportinguistas. A campanha do Sporting foi tão positiva que o Mónaco não hesitou em pagar a cláusula de Leonardo Jardim (a primeira vez na história do Sporting em que nos contratam um treinador). Estavam então esgotados os discursos miserabilistas das vassouras e dos cheques. Estava provado que era possível fazer mais com menos.

 

A segunda época

O Sporting prepara a época como a anterior: Contrata o treinador desejado pelo mercado pela segunda época consecutiva. A aposta na formação continua mas existem algumas contratações claramente falhadas (e.g. Sarr). Nani chega a Alvalade por empréstimo e faz uma época aceitável. O Sporting termina a época em terceiro lugar mas acaba por conquistar a Taça de Portugal numa reviravolta épica contra o Braga. Estava então esgotado o vazio de títulos dos últimos anos.

 

A terceira época

Marco Silva é acusado de falta de lealdade e a sua rescisão é acertada. Factualmente, mais ou menos fato, foi isto que aconteceu. Bruno de Carvalho, pela terceira época consecutiva, contrata o treinador mais apetecível do mercado: Jorge Jesus. O Sporting conquista a Supertaça logo em Agosto mas não consegue o apuramento na pré-eliminatória da Liga dos Campeões. O futebol desta época melhorou muito e culmina com a discussão até à última jornada com o Benfica pelo título que nos escapa. O futebol foi cruel e o Sporting morreu na praia. O investimento no plantel foi mais significativo, mas também permitiu ao Sporting adicionar duas vendas ao pódio dos melhores negócios alguma vez feitos: Slimani e João Mário. Estava então esgotada a dependência de comissões a empresários.

 

A quarta época

Está a decorrer agora a quarta época com Bruno de Carvalho na presidência do Sporting. Neste momento o Sporting está a 8 pontos da liderança. No jogo em que a podia ter conquistado viu-se lesado. Talvez nem tudo esteja esgotado. Talvez ainda falte esgotar este último detalhe. Esgotar a impunidade dos árbitros que não são suficientemente profissionais contra o Sporting e acabam por o lesar.

 

Afinal ainda há espaço para esgotar mais um pouco o inesgotável Bruno de Carvalho e o seu projeto. Não concordo com tudo o que faz mas tenho a certeza que é o homem certo para carrear o Sporting por, pelo menos, mais quatro anos.

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George Michael não votava em Bruno de Carvalho

 

"George Michael, conhecido ex-apoiante de Bruno de Carvalho, apareceu morto no dia de Natal. Apesar de não haver certezas absolutas é crível que tenha sucumbido às ameaças de Bruno de Carvalho. Depois de ameaçar os jogadores com cortes salariais, Bruno virou-se para os ex-Brunistas. Há, inclusivamente, relatos de que na cabeceira da cama de George Michael estaria a decapitada cabeça do seu cavalo preferido."

 

Vendo esta estória ao orgão da imprensa que me pague a maior quantia. Afinal de contas é tempo de festas e há pouca dinâmica na escrita criativa.

 

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Tragam o Carbonato de Amónio

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O dedo em riste, levantado em momento de indignação, baixa ainda antes da boca conseguir verbalizar o que vai lá dentro. A resignação está instalada e não é dessa matéria que são feitos os campeões. Em constante anestesia não se ganham jogos.

É preciso dar a cheirar o Carbonato de Amónio aos atletas do Sporting que entram em campo. Se um jogador adversário se atira para o chão, é preciso alguém ir lá soprar-lhe aos ouvidos que toda a gente viu que foi teatro. Se o árbitro se engana num lance é preciso ir lá encostar o peito e dizer que não se pode desrespeitar o Sporting de tal maneira. Se o Sporting se sente prejudicado é obrigação do diretor do futebol vir dizer, de dedo em riste até ao fim, o que sente.

Chega de bons rapazes. Não se entra em campo para beber chá e fazer amigos. Entra-se em campo para ganhar!

Contra o "Os Belenenses" é bom que o onze escalado por Jorge Jesus seja composto por jogadores com vontade de ganhar, com "killer instinct", com "bloodlust", com Sporting a correr-lhes nas veias. Que tenham tanta fome de ganhar como os adeptos têm de títulos.

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Cunha Vaz, a falta que fazia alguém assim

 

Esta semana Cunha Vaz foi convidado para estar presente no programa "Pós Jogo" da Sporting TV. Foi refrescante assistir a alguns comentários. Ficam aqui os mais pertinentes.


"É uma mensagem de apelo à união [...] é uma excelente mensagem. [...] Depois disto, os treinadores e os atletas, aquilo que o Presidente chama 'A Família Sportinguista" (incluindo os adeptos) só podem estar com o Presidente. [...] O Presidente quis estar com a equipa, treinador, olheiros, etc."


"Os adeptos devem deixar essa coisa dos estados de alma"

"Não se estala os dedos e aparece uma máquina de comunicação"

"Estamos a preparar a máquina de comunicação no inicio da guerra"

"Não ajuda nada estes franco-atiradores que aparecem depois de uma derrota a acharem que são os salvadores"

 

"Todos os meios de comunicação fazem parte do futuro"

"o que temos que fazer é convidar muitos mais adeptos nossos a ser alimentadores da SportingTV, a ser alimentadores do nosso site, do nosso Facebook, etc. Porque os nossos adeptos vivem as coisas, vivem o jogo. vivem a equipa, encontram jogadores, conseguem transmitir muito mais que o que conseguimos transmitir."

"quem está no terreno capta melhor as coisas e, se calhar, devíamos fazer a opção de dinamizar melhor a nossa comunicação"

 

"Dar corda a um determinado tipo de indivíduos só os alimenta. Eles não existem. eles não existem! portanto não se pode dar corda a este tipo de indivíduos... estamos cá alguns de nós que somos adeptos e que gostamos do clube e que não temos responsabilidades para tratar deles. no sentido de responder na linguagem própria que eles sabem expressar-se"

 

Sobre a petição na Assembleia da República -"só acontece se nós soubermos fazer aquilo que se chama de comunicação preventiva. Nós não podemos querer que os nossos deputados sejam militantes no momento em que precisamos deles [...] temos que os trabalhar. Quando um político quer votos apresenta um programa, faz comícios. Quando um hipermercado que atrair pessoas tem as campanhas. Se queremos pessoas connosco temos que investir tempo nessa gente. É preparar dossiers com essa informação, jantar todos juntos, conversar com eles, pedir o seu apoio, explicar as coisas todas. Não é só pedir a ajuda na hora".

 

"Para uns os apitos são mudos, mas para nós fazem barulho"

 

Tudo leva a crer que Cunha Vaz está agora mais perto da direção. Depois de assistir à conversa fico com a clara sensação que saímos mais forte em ter a CVA como aliada.

 

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Conclusão da noite

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Se há um jogador formado no Sporting que marca constantemente ao Sporting na condição de emprestado e/ou cedido: não devemos emprestar esse jogador. É porque tem valor mais do que suficiente para jogar no Sporting. Hoje Wilson Eduardo, amanhã Matheus Pereira? É abrir os olhos, se faz favor, antes que seja tarde demais.

Continuamos a brincar às baladas com Matheus Pereira na B. Aos Ruizes com Bruno César no banco.

Perdemos por culpa própria.

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Nos quartos sem obituário

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Três deslocações em sete dias não é para todos. Quando uma das deslocações é à Polónia, a probabilidade de alto desgaste físico é ainda maior.

Os jogadores do Sporting terminaram este jogo com a língua de fora fruto da carga intensa destes sete dias. Ainda assim a tática resistiu ao cansaço e o Sporting foi capaz de vencer o Vitória de Setúbal.

Gauld fez um jogo monstruoso no meio-campo sadino. Merecia uma hipótese no plantel principal. Quem também merecia ter ido a jogo era Matheus Pereira - o único jogador no plantel com as mesmas características de Campbell (já não devia largar o lugar) e Gelson. O suplente natural de qualquer um destes. Pode ser que em breve Gelson consiga descansar um pouco.

Jorge Jesus voltou a ser fiel a si mesmo (finalmente) e perguntou ao reportér da SportTV se ele tinha feito uma pergunta para lembrar os adeptos que o Sporting já tinha sido eliminado das competições europeias e deixa-o a falar sozinho. Bem-vindo de volta, Jesus. É de ti assim que o Sporting precisa.

Entretanto o Braga foi eliminado da Taça de Portugal e na SportTV+ vão passando em rodapé que Salvador está reunido com Peseiro mas é certo que nenhuma decisão será tomada antes de domingo porque em jogos contra o Sporting não se facilita.

E o Sporting também não pode facilitar. Os jornais desportivos já ensaiavam hoje elogios fúnebres ao Sporting. Que continuem a ter que os adiar.

 

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Na nossa vida não há Michelle Pfeiffers

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"How the fuck are you gonna save me from my life, huh?"

 

Vejo a imprensa desportiva como o Emilio Ramírez do clássico filme "Dangerous Minds". Emilio tinha as suas razões para agir da maneira como agia. LouAnne Johnson (Michelle Pfeiffer) tinha as suas razões para achar que a vida dele podia e devia ser diferente. No final Emilio Ramírez morre na mesma.

 

A imprensa desportiva nacional comporta-se como um qualquer adolescente marginalizado envolvido num gangue. O seu papel no gangue? O courier, obviamente.

 

Na nossa vida não há Michelle Pfeiffers. Ninguém se senta à mesa com a imprensa e lhe explica que há uma alternativa. O comportamento de courier não é aceitável no mundo moderno e transparente. E que, invariavelmente, tudo se sabe. Até com quem directores de jornais almoçam diariamente.

 

Deixando a vida de courier, Emilio Ramírez podia continuar a fazer jornalismo e começar a ver o seu serviço pago pela qualidade das suas peças jornalísticas em vez de assentar o seu orçamento no pagamento de favores.

 

Em Mentes Perigosas, Emilio Ramírez morre. Na vida real a imprensa desportiva ainda vai a tempo de prosperar. As escolhas contam, Emilio. Make them count.

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Por minha culpa, minha tão grande culpa.

Ao segundo minuto de jogo do Porto já se percebia tudo o que iria acontecer no resto do dia. Nos últimos três jogos (das competições internas) o Porto viu sempre um jogador da equipa adversária expulso ainda na primeira parte. Foi assim contra o Belenses, Braga e, já ontem, contra o Feirense. E assim se resolveu um dos problemas do campeonato: a falta de eficácia do Porto e a escolha (pessoal) de Jorge Nuno - O Nuno. O Porto tornou-se competente de há umas semanas para cá.

Já o Sporting, nos últimos dois jogos (das competições internas), viu dois golos seus serem mal anulados e duas grandes penalidades a seu favor ficarem por marcar. A suprema ironia aparece quando se realça que o adversário - a quem foram perdoadas as grandes penalidades - se chama Benfica. O Benfica também se tornou um clube competente e eficaz.

Felizmente foi ultrapassada a questão do anti-jogo e os clubes em Portugal voltaram a exibir extremo fair play! Clubes felizes, mas não todos. O Sporting continua a não pertencer a essa elite do futebol nacional onde um lance a seu favor é assinalado a seu favor. É esta incompetência em ter lances bem julgados a seu favor que tem destruído o futebol português. Esta incapacidade do Sporting que, por culpa própria, insiste em ser prejudicado. É um clube teimoso neste tópico.

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Maldito Sporting! Maldito sejas por permitires que o árbitro não as tenha assinalado! É tua e só tua a suprema culpa da derrota! Jorge Sousa e Benfica estiveram muito bem em todo o jogo. A culpa é só tua, Sporting. Tua? Bem... tua e minha! No fundo, a culpa é só minha. Minha por exigir ao futebol o mesmo que exijo à sociedade: Seriedade, justiça e igualdade! Se eu fosse mais inteligente já não me chateava com isto. No fundo a definição de loucura é repetir a mesma coisa várias vezes e esperar resultados diferentes. O resultado é sempre o mesmo. O Sporting a ser prejudicado e um silêncio na imprensa, na liga e na federação que podia inspirar um remake da música de Simon & Garfunkel.

 

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